terça-feira, abril 13, 2004

Anta até a tampa
Consegui mandar um e-mail nada a ver para uma pessoa nada a ver. Tsc. Que vergonha. Roxa que fiquei foi apelido. Sorry, querido amigo.

segunda-feira, abril 12, 2004

Eu quero, eu preciso. (e aceito como presente adiantado):
A trilha de Casamento à Indiana

A trilha de Encontros e Desencontros
Flower power é tudo. Realmente acertei no meu visu dama das camélias. Quatro elogios com diferença de minutos entre um e outro.
A diferença é que ela foi de NY para a Toscana. Eu sai de São Caetano para Porto Alegre. Sutil diferença.
Que filme lindo. Sutil, delicado. Isso sem falar da fotografia. Altamente emblemático para quem deixa sua casa, tal e qual esta que vos fala.
Sob o Sol da Toscana
Quero largar tudo e ir para a Toscana. Quero ter uma casa em ruínas, com as paredes elegantemente descascadas. Colocarei móveis antigos e modernos. Será uma mansão aconchegante e linda. Quero isso. Se eu vender o preto, será que eu consigo um casebre por lá? Acho que vale se de quebra aparecer um Marcello ou um Ed no fim da história. Essa é minha idéia fixa hoje. Confabulei inclusive com o meu escravo sobre o caso. Chegamos à conclusão de que devo ir, comprar uma casa e me associar a uma cooperativa de catadores de azeitonas. Viveria da venda das azeitonas e teria um quê de vida de cinema, com o charme de O Talentoso Ripley.

quinta-feira, abril 08, 2004

E para acompanhar o visu Paty, minha colcha personalizada de patchwork branco e lilás com almofadas ficou pronta. Uma graça!
Balada do sábado:
Novo visual:
Echarpe tipo Penélope com camélia. Um show. Paty até a tampa. Meigo, meigo. Adotei.
Ainda da série Eu sabia
Sabia que não devia cantar vitória tão cedo. Após meses quietinho, fechadinho, aquela bosta do Gato da Felix resolveu voltar à ativa. Isso porque comentei dois dias antes que ele permanecia fechado.

quarta-feira, abril 07, 2004

Ninguém merece ter de pegar um vôo POA-SP para conseguir chegar a Londrina. Ninguém merece.
O que tem me irritado muito e profundamente, ultimamente:
Pessoas acomodadas (tem uma ao meu lado)
Popozudas
Popozudas da firma. Isso é uó.
Pessoas (escrusive muléres) que acham que as popozudas são demais.
Folgados de todas as espécies
Mau-caratismo
Como ontem não pude adiar a saída da cama (tinha terapia logo cedo), adiei em duas horas hoje o despertador. Sou a rainha do sono ultimamente. Acho que fui mordida pela mosca tse-tsé. E como se não bastasse, fizeram um contrato de financiamento abaixo do valor. Uau, to frita e mal paga pelo resto do mês.
Eu sabia
Que ontem não devia ter saído da cama. Esqueci a agenda no táxi, fui maltratada no HSBC (não é a toa que estão lá em cima no ranking do Bacen), agüentei confusão na compra do zoiudo e tive uma reunião com dois picaretas (um deles é um jornalista que escreve SÓCIO-ECONÔMICO.... ninguém merece!). Mas como tem coisas que o dinheiro não compra, terminei a noite rindo de uma minhoca (tipo bigato branco) na salada. Calma, não tive a sorte de pegá-la. Foi a minha vizinha de mesa. A minha sorte é que vi a tempo o ser em seu garfo e pude largar a travessa da salada sem me intoxicar. O mais legal foi ver a pessoa sortuda me pedindo um guardanapo para discretamente amassar a lagarta sem que os demais da mesa percebessem. Notem bem, estávamos na casa de pessoas com as quais nunca estivemos antes. Foi hilário segurar a gargalhada a noite toda. E ainda tive a sorte de chegar a tempo de ver a lastimável vitória da Cida.

sexta-feira, abril 02, 2004

Greve
Faz uma semana que não consigo ir à academia. E hoje fugi da faxineira. Vê se pode?! Também, a bicha quer mais dinheiro emprestado, uai. Já não chegava ela beber litros de Pinho Sol em casa?
Do que faz um blog
Vejam só a margarida que apareceu: Lu, direto de Pira. Dona de blog também. Lu, vem tomar um prosecco ou um clericot por essas bandas.
Do meu novo filho
Ele é preto e zoiudo. Bem zoiudo. E lindo! E aguardo a cegonha para trazê-lo!
Daquele que se matou
Nessa semana Porto parou porque um mendigo se jogou de uma ponte. Adivinha o que aconteceu? O trânsito acumulou até Canoas. A cidade parou e demorei mais de hora para chegar na firma. O pior, o imbecil não morreu por causa da altura da queda, mas porque caiu sobre um pobre carro que o jogou para o lado, quando passou outro pobre carro e o atropelou. Pobres dos donos. E de toda a população, já que o fato ocorreu às 8h da madruga, mas a perícia chegou só às 9h30. E o pior: pobre de mim. Naquele dia, como é típico, adiei em meia hora o despertador. E depois em mais meia hora. Algo dizia que não deveria sair cedo da cama. Mas mamãe resolveu ligar (ó, sim, céus, não jogue canivetes sobre nós!) nessa última meia hora. Resmungando resolvi sair da cama. Ou seja, o tempo que perdi parada dentro do táxi, eu poderia ter ganhado na cama!
Da Rua das Noivas
Um cenário trash. Sem mais explicações: o quadro da dor sem molduras. Uma série de vestidos de porta-estandarte. Aberrações chamando as possíveis cRientes para entrar e olhar os modelões. “É você quem vai casar?”. Esse era o bordão. E as lojas de lembrancinhas? Môdeus. E uma vendedora ainda ficou brava porque fiquei só conversando com a Mary dentro da loja. O pior: a conversa. “Vou te dar essa bolsa aqui de presente – detalhe: bolsa pink de plástico com corrente dourada.” “E eu, vou comprar esse broche para você usar no seu vestido – broche vermelho com imitação de strass, do tipo um repolho gigante”.

terça-feira, março 30, 2004

Calma
Não sumi. Tenho muito a escrever, isso sim. Pós ida surreal à rua das noivas (rua São Caetano), descoberta sobre o Zé. Ah, o Zé é um amor... E também tenho de escrever para contar sobre o novo membro da família.