quarta-feira, novembro 24, 2004

Ah, e como pude esquecer: uma amiga me convida para ir ao Shopping Ibirapuera com ela. Ok, odeio o shopping, mas ela quer uma força pra comprar sapatitos (isso eu goshtjo). Vou - meia hora para estacionar. Nhaca. Odeeeeo. Ela liga: vou atrasar meia hora. Tá, grrrr. Liga de novo: olha a mulér disse que o carro fica pronto em cinco minutinhos. @#$%>ij*&¨¨¨¨#. Uma hora depois ela aparece. E no balanço da tarde, saiu do maldito shopping sem nenhum par de sapatos. @#$%>ij*&¨¨¨¨#.
Pílulas? Levei um tombo da escada. A balança na qual me peso para controle está quebrada. Há uma semana e isso está me levando à loucura. Tive de mudar a consulta do orto para segunda-feira que vem. Tô trabalhando feito camela. Já ganhei 5 novas - velhas - calças que não me serviam fazia muito tempo. E passo pela aflição de não saber meu peso correto. Isso me mata. Não aguento mais comer queijo, carne, abobrinha e berinjela. Trabalhei no domingo passado - ninguém merece trabalhar num domingo com solão na moleira no Parque Ecológico do tietê - nhaca... That´s all folks!
A luta insana
Todos os dias tenho jurado que vou parar e escrever as novas. Não consigo. A preguiça me vence em todas as batalhas. Ganhou em todos "Melhor de Três". Já perdi textos interessantíssimos (pelo menos para mim) porque não os escrevi e puf, sumiram da maemória. Mas vou ganhar. Isso já é um passo nessa direção, caros 00006 leitores fiéis. Unidos, rumo ao topo! Unidos venceremos.... E todos os outros bordões de campanhas de firrrrma. (Na minha tem cada um que é uma coisa.... de lindjo!)

segunda-feira, novembro 08, 2004

Desperates Housewives é divertidíssima. Tem desde a Lois Lane, como Susan, até a ruiva que era meio loucona e paranóica no Melrose Place, como Bree. Breé é a perfeita dona-de-casa-de-comercial-de-detergente (eu diria de margarina, mas o marido dela disse que ela era de comercial de detergente). O cabelo não tem um fio fora do lugar. A Susan quer arranjar um pretê e vai num bonitão encanador. Lynette trocou a carreira por casa, marido três filhos pentelhos e uma bebê de colo. Gabreille é casada com um mala ricaço, mas traça o jardineiro chicano bonitinho...
Conheci uma gaúcha em São Paulo que é amiga de uma amiga gaucha minha. Novidade que os gauchos se conhecem entre si...
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Sábado de futilidade - juro, , que nunca mais te chamarei para isso. Portanto, não me chame para uma trilha ou um rally, farô - no Iguatemi. Só consegui consumir de verdade sem a Rê. o Olhar dela era de pura reprovação (não a estou culpando, calma, não me morda). Antes dela chegar, adquiri na Capodarte um sapto chiquérrimo retrô. Lindo, lindo. Com ela, um colar meio patuá da Imaginarium. Após ela, mais dois colares e o conjunto de shampoo-condicionador-alisante da John Frieda para morenas (faço parte da comunidade Sou mais as morenas). Finalmente encontrei um lugar no Brasil que venda a bagaça. Antes só tinha a coleção para loiras. E Rê, fiquei feliz com minhas compras que ainda incluiu um pincel legal para esfumar sombra escura por cima do iluminador. Ok, eu sei, você compraria a bota de trekking da Track & Field ou algo do gênero, mas um dia você chegará lá e conseguirá viver Paty como eu. Só numa coisa concordo com a Rê, a ala nova do shopping (que foi minha desculpa para ir até lá) não tem nada de grandes coisas.
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Ontem comi uma fatia de pizza sem massa. Gostei da brincadeira.
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Não aguento mais nenhum queijo de espécie alguma. Descobri que todos são nojentos.
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Essa história de carne-queijo-ovo-salada-legumes está fazendo de mim uma mulher com bafo. Tô viciando em Trident para salvar a situação.
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A Dona da História é um filme meigo.
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Hoje é o meu rodízio e tenho de enganar aqui até as 20h. Ninguém merece. Ninguém.
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E a gaúcha, vejam só, é trader de sapatos. Aiiiiiiiiiiiii.
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E hoje passei o dia com cheiro de Hawaiian Tropic na cabeça - aquele com cheiro de coco. Esse é o perfume do shampoo para morenas. Acho que não vai dar certo.
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Estou com audição sensível. Não posso ouvir Adriana Mezadri que choro. Eagle-Eye-Cherry eu choro também. Duets e a interpretação da Maria Belo me leva cantaros de lágrimas. São músicas muito POA. Por isso ainda nem ousei colocar no carro os CDs que gravei (a série famosa: junho/03, julho/03, janeiro/04 e assim por diante).
Quando bate o pânico
Você já está há um mês e três dias sem um único grão de cevada no sangue. Chocolate é coisa de cometa, do tipo que aparece de 76 em 76 anos. O sabor você já não mais imagina. OK. Tudo por 20 quilos a menos. Ok, você só emagreceu cinco. E você está na TPM, ou seja, você ficará inchada como uma jabuticaba. Evocê descobre que seu remédio acabou. Só sobrou o algodão de proteção pra contar história. Então, você decide que é hora de largar a mão de ser mesquinha, tentando adiar a consulta no médico marajá, e resolve ligar. E aí você entra em pânico: a próxima consulta é para 22/11. Um horário mais conveniente - tipo 14h30 (isso, segundo a recepcionista é no fim da tarde (?!) - tá o médico deve estar boiando em dinheiro com a facada que dá nos pobres gordinhos em busca da maravilha ortomolecular) - só no dia 23. No começo da manhã? Ah... só no dia 29. Que tal? Você marca mesmo no dia 22, inventará provavelmente que quebrou o dedinho do pé para poder sair lépida e faceira nesse horário do trampo e gastará provavelmente mais dinheiros. Isso tudo não merecia uma lata de Leite Moça? Merecia, mas eu fui apenas em busca de um Del Valle Light de uva, uma garrafa de água com bolota e um Trident de hortelã. (Sabe aquela história de: não fumo, não bebo, não transo, então morri???? É mais ou menos a mesma coisa)

quinta-feira, outubro 28, 2004

Por falar do texto Alívio imediato, preciso destacar que no 22° dia de dieta rigorosa, já somo 5 quilos a menos (um saco de arroz pra família toda). Porém, preciso destacar também que é suplício ir ao banheiro fazer número dois. É uma verdadeira batalha de pensamento, concentração. Depois de 3 semanas com zero grãos no organismo e poucas fibras (afinal são apenas duas frutas por dia) e muita carne, a atividade é terrível, surge aos pouquinhos... em bolinhas.
Meninas/gurias, leiam Alívio imediato no blog da Ailin Aleixo, que fez PP no mesmo tempo de Metô que eu e que era amiga do meu amigo Rick e que tinha um apelido (dado pela minha turma) que não vem ao caso comentar. Mas como sempre digo: Tudo passa; até uva passa.
Querido leitor...
E ele se rendeu aos encantos, ao som suave das palavras por minhas mãos de fada digitadas, e voltou a freqüentar esta casa. Gerald voltou e trouxe consigo a alcunha de mala para com a minha pessoa. E pergunto: “Alguma vez disse que sou uma não-mala?”. Não, nunca o fiz. Se sou mala, caríssimo Gerald, note bem que a etiqueta é Gucci. E quente, direto da sede, na Rive Gauche (para leigos, meu caro: em Paris). Dentro vem ainda uma nécessaire recheada de M.A.C., pasta e escova de dentes e, é claro, meu L´Eau D ´Issey. Mas, seja bem-vindo, meu caro paraibano-do-sul, entre para o clube de gaúchos que chora a minha falta pelas bandas do Moinhos de Vento e entenda que minha presunção não vem de New York. É de nascença mesmo, veio comigo, na barriga de mamãe. Be happy!

terça-feira, outubro 26, 2004

Não menos importante...
Mas esqueci de Senhor dos Anéis (quem fim terá levado? será que ainda almoça no quilão podrão?), Refúgio Urbano e Studio A+D...

quinta-feira, outubro 21, 2004

... (leia-se Nó na garganta)
Torta de sorvete, Disco Voador, Cachorro Louco, Le Bistrô, Cult, Balonê, Parcão que eu não ia, trânsito que não existe e nunca está TRANCADO, Risoteria, Puppi Bagio, Guaíba pra lá, Guaíba pra cá, Sanduíche Voador, sorvete de creme com brownie do Sanduíche Voador, Ocidente, X de qualquer coisa, risotos do Venezianos, Totózinho (e todas as variações), champanhotas, pudim de leite condensado com iogurte (as duas variações...), falar mal de quem merece, falar mal de quem se veste mal, Outlet da Arezzo e todas as lojas de sapatos, as "lindas praias" de Atlântida e Capão, Moinhos de Vento, café no Z, Bafão no Gato da Félix, música ao vivo no Gato da Félix (e o coro desafinado), Só para Homens, negrinho, branquinho, cacetinho, fulano DE aniversário, fulano que SE acordou, Neide, Pôr-do-sol, Sol batendo na varanda e no micro-sofá, Café no meio da tarde, todos os sushis, amigos, amigos, amigos, queris, queris, queris. Tô com saudade de Porto.

quarta-feira, outubro 20, 2004

Quando o bicho pega
Hoje passei o dia (na verdade desde ontem) chateada e ansiosa com uns perrengues de trabalho. Na verdade, umas pessoas... Bom, eis que isso aconteceu no exato 14º dia de dieta. E quase foi tudo por terra. E quase atestei burrice, jogando XXXXX (muiiiiitoooosss) dinheiros no lixo. Ou melhor, nos meus depósitos de gordura. Tudo porque fiquei chateada e ansiosa, doida pra atacar a comida. Hoje eu tranqüilamente teria detonado:








E mais uns pães de queijo, um pãozinho quentinho crocante com manteiga. Outro com requeijão. E mais várias outras coisas, tipo um pratão de nhoque, pizza...

quinta-feira, outubro 14, 2004

Eis que estou no meu nono dia sem um docinho sequer e um farelinho de pão ao menos. E meu desejo mais tarado e secreto se tornou devorar uma batata.

sexta-feira, outubro 08, 2004

Quando a dieta afeta o seu cérebro
Estou no quarto dia de dieta ferrada, sem sair de cima. Sem um grão a mais na boca ou uma uvinha que seja a mais da conta. Pois bem. Afetou o cérebro. Eu digo que serotonina é tudo na vida de uma pessoa e como meus remédios ainda não chegaram estou longe de ser uma pessoa realizada, calma, tranqüila. E o efeito apareceu. Cai da cama às 6h30 da manhã por causa de um sonho. Era o seguinte: Estava em Porto - mas era parecido com algum lugar da Serra Gaúcha. Eu cozinhava, sim... eu cozinhava... E no sonho, enquanto fazia muitos bolos de chocolate, tomava muitos copos de Toddy com leite, comia a massa ainda crua do bolo, se deliciando (um ataque ao chocolate mesmo) e fazia várias formas de bolo de chocolate com gotas de chocolate (pareciam brownies). E eis que quando os bolos cresciam formosos no forno eu lembrava - ainda sonhando - que tinha quebrado a dieta. Eu me empanturrei de chocolate e só depois lembrei que era proibido. O que aconteceu? Acordei com a maior sensação de fracasso do mundo.

quarta-feira, outubro 06, 2004

Dr. Atkins, - menos piorada - ai vou eu. Quero ver muito xixi "carregado" na palavra meiga do doctor. Isso pra não dizer aquele xixi fedido e escurão. Será que tem algum cardio lendo isso aqui? Plizzz, não me assassine.
E a história das setinhas me levou direto para as aulas de Biologia. Uma coisa...
Na verdade, sabe qual foi o primeiro remédio aviado pelo super doctor?
"Alessandra, vou te mandar por seis meses para o Havaí." Segundo ele, tenho TAG -Transtorno de Ansiedade Generalizada. Estresse puro. Ansiedade na veia, saindo pelos poros, com o suor. (Tá eu não precisava pagar R$ XXXXX para ouvir isso.) Mas o bom é que isso foi comprovado pelos exames. Pronto, sou uma neurótica cientificamente comprovada. E tudo o mais que os exames atertaram terminam em setinhas - que ele usou para me explicar - que desembocam na palavra: ENGORDAR. O cara é um gênio. O bom é que meu pai ouviu tudo isso, assim não me enche mais quando eu disser que estou com ansiedade. Humpf.
Se já estou de bolso vazio, imagine só na hora de mandar fazer as 345 fórmulas do médico. Ai.
Bom, a novidade é que estou de dieta. Tá, não falem "ih, lá vem ela". Dessa vez vai: se não é por bem. É pelo bolso. Muitos dinheiros mais pobre (mas muitos muitos mesmo), após 5 exames (urina, eletroencefalograma - sim, não ousem chamar de louca - um treco de energia, pH de saliva e uma picada no dedinho) sou a mais nova adepta da Medicina Ortomolecular. E, não, não me critiquem: com dieta da proteína. Bom, o fato é que agüentei bem o primeiro dia. Sem sobremesa, sem pão de queijo e sem banana à milanesa na Fogo de Chão. Muita picanha, muito filé mignon e mais picanha, com salada. Sim, a versão permite salada e legumes à vontade.
Comando da madrugada
A cena: Entro na Fogo de Chão (calma, gauchada, a escolha não foi minha) e me dirijo ao bar para aguardar o pueblo VIP para o jantar da firma. Sento e agüento firme diante de dois potes de amendoins e castanhas de caju. Na mesa ao lado, Goulart de Andrade, dois homens e duas muléres. Eles se levantam para ir a mesa, após uns 20 minutos. Eu lá esperando. Goulart fica por último e se levanta olhando para mim. Pára oa meu lado. E para mim se dirige:
- "Desculpe te dizer isso. Mas você é muito elegante."
Eu respondo:
- "Ah, muito obrigada."
Ele sai andando e eu fico lá, com minhas bochechas vermelhas, pegando fogo e os garçons pilchados só me olhando.
E notem bem: estava com uma das minhas únicas seis opções de roupa na minha atual situação de gordota.
Quer saber... já tá passado e nunca entraria no meu target. Mas fez um bem danado pro ego. Por que foi extremamente educado e elegante. Deu o recado e saiu andando.