sexta-feira, novembro 17, 2006
segunda-feira, outubro 30, 2006
quinta-feira, setembro 14, 2006
6 coisas sobre mim (parece título de livro do tipo 100 coisas para fazer antes de morrer)
A Kelly me colocou na lista. Vamos lá:
1. Odeio emprestar coisas. Mas minha ruindade não vai longe. Sem querer, me pego - sempre - na melhor das intenções, oferencendo coisas minhas emprestadas. De verdade, sempre quero que a pessoa use o melhor brinco na festa e empresto o meu; a melhor cor de sombra com a roupa X, e empresto a minha super-mega-blaster-M.A.C. e por aí afora. Isso sem falar nos livros e CDs.
2. Sou nojenta com cheiros. Às vezes o cheiro nem é ruim, mas só de pensar, já me dá enjôo. Por exemplo, entre fazer xixi num banheiro fedido e vomitar por causa do cheiro, prefiro ficar 1 dia inteiro sem fazer xixi. Tudo para não ter ânsia de vômito.
3. Compro muito. Gasto muito dinheiro. Queria ser mão de vaca. Não consigo. Sou viciada em comprar roupas, sapatos, brincos, colares e afins, maquiagens, perfumes, etc, etc, etc. Revistas de moda só pioram as coisas. Decidi que cancelaria as assinaturas (e fiz quando acabaram), deicidi não comprar mais na boca do caixa do supermercado (pagando com VR Smart). Mas não aguentei e comprei a Estilo e a Elle.
4. Sou dramática. Choro de soluçar, choro dirigindo (tática: chorar com um olho só para não perder o controle). Mas também passo meses sem chorar. Isso é ruim, porque quando ele vem é de balde.
5. Quando me sinto depremida faço coisas que sei que me deixam mais deprimidas.
6. Muito raramente consigo fazer xixi de pé nas baladas ou banheiros públicos. Ou seja, sempre, para mim, a melhor opção é não pensar nisso que passa.
Agora passo a bola para: Nu, Rê e Ana... (não tenho seis blogueiras muiiiito amigas para passar. Depois penso em outras.)
A Kelly me colocou na lista. Vamos lá:
1. Odeio emprestar coisas. Mas minha ruindade não vai longe. Sem querer, me pego - sempre - na melhor das intenções, oferencendo coisas minhas emprestadas. De verdade, sempre quero que a pessoa use o melhor brinco na festa e empresto o meu; a melhor cor de sombra com a roupa X, e empresto a minha super-mega-blaster-M.A.C. e por aí afora. Isso sem falar nos livros e CDs.
2. Sou nojenta com cheiros. Às vezes o cheiro nem é ruim, mas só de pensar, já me dá enjôo. Por exemplo, entre fazer xixi num banheiro fedido e vomitar por causa do cheiro, prefiro ficar 1 dia inteiro sem fazer xixi. Tudo para não ter ânsia de vômito.
3. Compro muito. Gasto muito dinheiro. Queria ser mão de vaca. Não consigo. Sou viciada em comprar roupas, sapatos, brincos, colares e afins, maquiagens, perfumes, etc, etc, etc. Revistas de moda só pioram as coisas. Decidi que cancelaria as assinaturas (e fiz quando acabaram), deicidi não comprar mais na boca do caixa do supermercado (pagando com VR Smart). Mas não aguentei e comprei a Estilo e a Elle.
4. Sou dramática. Choro de soluçar, choro dirigindo (tática: chorar com um olho só para não perder o controle). Mas também passo meses sem chorar. Isso é ruim, porque quando ele vem é de balde.
5. Quando me sinto depremida faço coisas que sei que me deixam mais deprimidas.
6. Muito raramente consigo fazer xixi de pé nas baladas ou banheiros públicos. Ou seja, sempre, para mim, a melhor opção é não pensar nisso que passa.
Agora passo a bola para: Nu, Rê e Ana... (não tenho seis blogueiras muiiiito amigas para passar. Depois penso em outras.)
sexta-feira, setembro 08, 2006
sábado, setembro 02, 2006
terça-feira, agosto 29, 2006
quarta-feira, agosto 23, 2006
Highlights
A primeira vez para tudo nessa vida: vomitar sem fazer escândalo, com toda a phyneza do mundo que o momento permite: bastam quatro shots de tequila no estômago vazio. Menos de uma hora para entrar e sair.
Sou Ale, mas pode me chamar de centopéia.
A vida é como a propaganda da EcoSport Flex: feita de escolhas. Ou não.
A primeira vez para tudo nessa vida: vomitar sem fazer escândalo, com toda a phyneza do mundo que o momento permite: bastam quatro shots de tequila no estômago vazio. Menos de uma hora para entrar e sair.
Sou Ale, mas pode me chamar de centopéia.
A vida é como a propaganda da EcoSport Flex: feita de escolhas. Ou não.
sexta-feira, agosto 04, 2006
Sem tempo para rezar. Como Jackie O. (sem os óculos)
Pois é. Sobrevooei SP de helicóptero. Uma coisa assim de filme. Eu, de saia. As hélices não chegam a parar para os passageiros entrarem. Eu pressenti que algo aconteceria como Marilyn. Mas não, me precavi do alto de minha elegância e segurei, literalmente, a barra. Sapatinho de salto e bico fino. Ai, ai.... e dois degrauzinhos micro. O chefe teve de me dar a mão para apoiar e não deixar que nada que nao devesse aparecesse. Tempo de rezar e ter medo? Não tem. Coloquei o fone de ouvido e, mesmo com o bracinho esticado, no maior medo, mentalizei um relaxamento para acalmar e tudo sair bem - mesmo quando o bichinho balançava com umas rajadinhas extras de vento. Vi de cima o rio Pinheiros, estádio do Morumbi, as piscinas do Morumbi, a marginal Tietê. Tudo em questão de minutos. Descemos no prédio chique para o todo-todo-poderoso subir no bichinho. (o legal são os bombeiros todos super-mega-preparados para qualquer eventualidade nos pousos e decolagens...). Daí, Ibirapuera do alto, 23 de Maio. É lindo. Muito legal. Típico de criança encantada. Pouso no aeroporto de Congonhas. Num hangar afasatado e exclusivo. Chefes (os d-o-i-s) me estendem as mãos para eu descer. Sim, nessa hora só faltou o óculos da Jackie O. Eu era a própria com minha bolsa amparada no ante-braço. A van nos aguarda e nos leva para uma entrada que na verdade é no desembarque. Daí, foi só subir e adentrar no vôo rumo ao Rio. Ai, ai, ai....
Pois é. Sobrevooei SP de helicóptero. Uma coisa assim de filme. Eu, de saia. As hélices não chegam a parar para os passageiros entrarem. Eu pressenti que algo aconteceria como Marilyn. Mas não, me precavi do alto de minha elegância e segurei, literalmente, a barra. Sapatinho de salto e bico fino. Ai, ai.... e dois degrauzinhos micro. O chefe teve de me dar a mão para apoiar e não deixar que nada que nao devesse aparecesse. Tempo de rezar e ter medo? Não tem. Coloquei o fone de ouvido e, mesmo com o bracinho esticado, no maior medo, mentalizei um relaxamento para acalmar e tudo sair bem - mesmo quando o bichinho balançava com umas rajadinhas extras de vento. Vi de cima o rio Pinheiros, estádio do Morumbi, as piscinas do Morumbi, a marginal Tietê. Tudo em questão de minutos. Descemos no prédio chique para o todo-todo-poderoso subir no bichinho. (o legal são os bombeiros todos super-mega-preparados para qualquer eventualidade nos pousos e decolagens...). Daí, Ibirapuera do alto, 23 de Maio. É lindo. Muito legal. Típico de criança encantada. Pouso no aeroporto de Congonhas. Num hangar afasatado e exclusivo. Chefes (os d-o-i-s) me estendem as mãos para eu descer. Sim, nessa hora só faltou o óculos da Jackie O. Eu era a própria com minha bolsa amparada no ante-braço. A van nos aguarda e nos leva para uma entrada que na verdade é no desembarque. Daí, foi só subir e adentrar no vôo rumo ao Rio. Ai, ai, ai....
segunda-feira, julho 31, 2006
Nu, fica tranqüila. Eu já gastei entre multa e mutreta para minha mãe não perder a carta por uma multa minha com o carro dela a bagatela de R$ 1,4 mil. Que tal?
domingo, julho 23, 2006
Kelly, a quantidade de loucos não é grande só pelos lados da zona Oeste. Por aqui ela é bem considerável também. Mode post-it pessoal on: Lembrar de entrar na comunidade Sou pára-raio de anormais.
segunda-feira, julho 10, 2006
domingo, julho 09, 2006
Assinar:
Postagens (Atom)



