sexta-feira, julho 30, 2004

Água
Tem de parar de chover para eu ir tranqüila pela Serra a Bento Gonçalves amanhã.

quarta-feira, julho 28, 2004

E hoje ainda recebi um e-mail com fotos, sons e tudo mais sobre a derrota dos argentinos.
É um menino!
Ta, já soube que o Brasil ganhou da Argentina. Mas tenho de confessar uma coisa: eu sabia vagamente que a seleção jogaria contra os argentinos, mas não fazia a mínima idéia de que era uma final. Achei que era algum “amistoso” (amistoso com argentino é brincadeira) pré-Copa de sei-lá-quando. Quando minha amiga ligou e disse toda empolgada “O Brasil ganhou o jogo”. Para não deixá-la – e ficar sem graça – respondi, “é mesmo, que legal, com fingida empolgação”. Foi igualzinho ao episódio do Sex and the City em que a Miranda descobre que terá um menino e todo mundo se empolga, menos ela. Então para ter menos constrangimentos, passa a fingir sorrisos e afins, quando todos começavam com ais, uis, que lindo.... Tsc.

terça-feira, julho 27, 2004

E o erro se repetiu. Cheguei em casa às 23h (estava no trabalho). O porteiro interfonou assim que coloquei os pés em casa: "Dona Alessandra, tem uma encomenda para a senhora. Posso levar". "Sim, por favor." E lá veio ele: "Sua lista telefônica. É só assinar aqui". Não, isso não aconteceu novamente. E eu que pensei que o presente via-Sedex atrasado estava chegando. Mas hoje tive a surpresa: chegou na firma. Um já conhecido. Outro novinho em folha: dois cachecóis de lã. Pena que tem feito calorzinho... Mesmo assim, adorei!
De bico
Estou chateada com algumas pessoas as quais considero demais. Sim, estou. Pronto, assumo. Mais de ano de terapia pra assumir esse tipo de coisa. E se essas pessoas são amigas mesmo têm de entender e não dizer que é besteira. Afinal, só seria besteira se não fossem pessoas tão consideradas. E eu não fosse tão boboca de considerar tanto as pessoas. Um dia passa.

segunda-feira, julho 26, 2004

Decidi entrar nos 28 anos de dieta, após ter chutado todos os baldes possíveis. Mas acabo de ganhar de presente de aniversário uma lata de bombons sortidos da Koppenhagen. Quem merece?
Ontem me dei meu presente. Apesar de jurar que isso não aconteceria e de estar morta de vontade de ter uma câmera digital, resolvi me dar uma jóia. Sim, uma jóia é para sempre: a câmera pode quebrar na semana que vem. Eu estava louca por uma corrente de ouro branca, sutil, delicada. Mas não valia gargantilha. E ontem achei a perfeita. E juntei com um pingente de coração com alguns – poucos, notem bem – brilhantinhos. Eu mereço!
Aliás, por falar em cabelo, cortar, SP: em setembro eu volto para casa!
Decepção pré-aniversário. No dia 23 cheguei em casa às 15 para meia-noite. Ou quase nascendo. Quando passei pelo porteiro (ele sempre vem olhar o carro entrando por segurança), ele fez sinal para que eu parasse. “A senhora pode esperar um pouquinho para eu trazer uma correspondência?”. Sim, claro, imaginei que fosse um Sedex imenso. Um presente pré-aniversarial. Humpf, que nada: era a convocação da reunião de condomínio e o doc do estacionamento. Que óóóóódeeeeeeoooo. Às 00h06 estava no sofá vendo TV e contei para o Bebê, meu urso de pelúcia, que era meu aniversário. Deprimente? Não, pior que isso só ter de acordar no dia do seu aniversário, ter de fazer o próprio café da manhã (notem, com criatividade, pois a geladeira está vazia) e ainda ter de se abaixar para pega o jornal embaixo da porta.
24 de julho - Happy birthday!
E foi meu aniversário. Passei o dia sozinha. Só fui encontrar uma pessoa conhecida às 17h30 – o meu personal hayr-make-up-sobrancelha. Ganhei de presente a make-up, que foi arrasante em conjunto com minha super-mega-meiga bata da Adriana Barra, toda floral, toda sweet, e o meu novo cabelo – to frita quando voltar para SP, quem irá cortar meu cabelo???. Não teve um ser vivo que não comentou sobre. Bom, mas antes fui até Ipanema. Sentei em frente ao Guaíba e quase me joguei. O sol tava quente ao meio-dia. Só sai porque me assustei com um mendigo e estava tudo meio deserto (sim, sempre me assusto com mendigos). Zanzei depois pelo Moinhos – o dia ajudou com sol e céu azul. E, pasmem, pessoas de SP: calor. Sim, calor. Almocei num misto de japs com chinoca. (Post-it: nunca mais vou lá. É uma merda, apesar de ser no Moinhos). Fui numa das minhas lojas prediletas (AD Design) e não resisti a um beija-flor de madeira e lata, que está reinando pendurado na minha varanda. Recebi alguns – poucos – telefonemas. E notei que estava passando o aniversário em minha própria companhia – me, myself, and I. Recolhi-me ao recanto do lar para esperar o bolo – lindo, lindo. E enquanto esperava fiz uma mini-maratona de Sex and the City. Uma coisa meio, ai que saco, eu aqui presa em casa e o dia lindo e eu ficando mais velha.  À noite: festa. E quem não foi: per-deu. Aliás, falando nisso: procura-se Nei desesperadamente. Paga-se bem – vivo ou morto. O coração espetado num espeto também vale. Humpf.

quinta-feira, julho 22, 2004

Depois do Chinoca e a Churrascaria Soledad, o Churrasco Rossi. PF de classe, meio familiar, com bifão delicioso. Do tipo pobre, mas limpinho – por apenas R$ 4,75 – e além do pratão vem um copo de guaraná do tipo Simidão (como diria meu pai) ou água com gás. Yara, recomendo: na rua da Praia, sentido Gasômetro.
O primeiro
Acabo de ganhar meu primeiro presente de aniversário deste ano. Tá, os que eu me dei, de mim, myself, and I não contam. Nem o meu mapa astral. Ganhei do Zé – sim o Zé – o “25 mulheres que estão fazendo a nova literatura brasileira”, do Ruffato. Putz, claro que amei. Eu quase comprei o livro na minha ida à Cultura no fim de semana passado. Adorei. Outro presente muito importante: ontem fui dormir às 20h. Que tal???

segunda-feira, julho 19, 2004

Tchau, Nestor
Você deita e já percebe que não será fácil. Aquele clima de “ninguém merece”. Vira (evita virar muito porque onde seu corpo não estava antes está geladíssimo) e revira. O termômetro deve marcar uns 5 graus. Começa a ler Tchau, Nestor. Decide que é hora de cair nos braços de Morfeu. Vira, de novo, e outra vez. Não, assim não vai dar (ou sem dar mesmo). Liga o abajur de novo. Pega o Nestor. Lê mais umas 20 páginas. Ok, let´s try again. Nada, de novo. Levanta, vai pegar sua garrafinha de água com gás. Aproveita e toma o remédio que esqueceu de tomar antes de dormir. Deixa a garrafinha ao lado da cama, olha o relógio com os números verdes, ouve a vizinha baixinha que tem piso de madeira e parece se recusar a descer do salto. Barulhos estranhos vindo do 402, todos ritmados no piso. Aiiii. Apaga o abajur, vira de bunda pra cima e fecha os olhos. Nada, tenta relaxar as pernas, sente calor e tira as duas meias. O cantinho de um dos dedos do pé incomoda (quem mandou cutucar com seu super alicate – isso foi na semana passada e ainda dói). Levanta e veste o chinelo, vai fazer xixi. Volta. Pega de novo o Nestor. Lê e tenta de novo: desliga o abajur, bunda pra cima, fecha os olhinhos. Nada. Jogo o edredon, o cobertor e o outro edredon (que até poucas semanas era branco, branco, até que mandou à merda e resolveu usá-lo para ficar bem quente) para o lado, os travesseiros estão armafinhados de tanto serem apertados – de ódio. E levanta. Vai ver TV, pega o finzinho de Queer eye for the straight guy, que perdeu porque foi ver Sex and the city e beber espumante com amigas-visitas. Decidiu que não levaria o cobertor para o seu sofá de 1m32 (na volta daria muito trabalho arrumar a cama de novo). Sorte que o casaco preto longo de lã estava jogado no sofá. Serviu de cobertor. What a like about you (porra, por que tudo o que passa de madrugada é repetido?). O relógio do Info da Directv marcava 3 da manhã. Resolveu que era hora de dormir às 3h30. Mas que nada, voltou pra cama e teve de pegar de novo o Nestor. Terminou com ele. (Por que? Por que? Qual a graça de ler um livro inteiro no mesmo dia em que comprou? Odeio isso. Que raiva, que ódio). Mesmo que a personagem lembra você: ela está 9 quilos acima de seu peso, você ...(bem, convenhamos, deixe os números de lado. Isso não é uma matéria de economia), a auto-estima dela está embaixo da unha do dedinho do pé. A sua não está muito acima (pense bem, a auto-estima é inversamente proporcional aos ponteiros da balança). Ela tem um namorado, mas logo fica sem. Você não sabe o que é isso há muito tempo, então ahá... eis a diferença (que graça teria a vida se todos fossem iguais?). Tá, sobre outros aspectos do livro não iremos comentar, afinal, não estamos aqui para discutir aspectos sexo-anatômicos-pessoais-femininos-problemáticos, aliás, a quem mais eles podem interessar se não a mim? E como já disse, vivam as diferenças! Uhuu, te peguei (isso vale para quem já leu ou vai ler – custa R$ 21,90 bem válidos). Bom, foco, foco é tudo nessa vida. Dormiu, deviam ser umas 4 da matina. Acordou às 6 e às 7. A essa altura, foi mais rápida que o tempo: adiou o despertador para às 8h30, antes que o Acorde Itapema falasse. (Um dia a gente aprende a ser esperto, mais até que o relógio). Acordou espontaneamente às 8h20. Colocou o despertador para 9h30. Mas às 9h já era tarde demais. Baixou o pininho do alarme, suspirou, ouviu os passos do salto de madeira da vizinha do 402. Quase chorou, revirou os olhos, quem sabe o sono voltava? Virou a bunda que estava pra cima, como sempre, jogou a tríplice edredon-cobertor-edredon pro ares, ficou uma montanha do lado parecendo o Kilimanjaro. Deu Tchau, Nestor. E levantou.

sexta-feira, julho 16, 2004

E tem panelinha que dá apelido pra todo mundo: a minha! Yes.
Na firma tem:
Gente que usa calça tigrada. Aiiii!!!
Gente que tosse que nem cachorro desde que voltou da licença por LER há mais de ano. (Já sei, a Ler dela é na garganta!)
Gente que passa fio dental nos dentes em frente ao computador.
Gente que almoça frango com arroz em frente ao computador.
Gente que parece um lenhador guatemalteco e pentelha qualquer um ao ver alguém comendo um simples e indefeso pão de queijo em frente ao computador.
Nhé
O Chinoca é daqueles restôs de centro de cidade no qual você tem de encarar uma escada estreita para chegar ao buffet. Imagine então chegar ao topo da escada e dar de cara com uma figura palitando os dentes. Pedi meu refrigerante, fui me servir e a figura ainda palitava os dentes. Não muy típico do local? Passando a escada de entrada, há ainda uma outra escada com passagem restrita. Lá devem ficar os chinas jogando pôquer, fumando envoltos na fumaça, bebendo uísque e negociando a entrada de bugigangas e eletrônicos da China. A máfia.
A Muralha da China (ou carinhosamente Chinoca para os íntimos, pois a procedência também é duvidosa)
Um lugar freqüentado por gente de peso (não tente furar a fila na frente deles, eles rosnam). Meu estagiário me convenceu a conhecer o lugar na semana passada. E a retornar no almoço de hoje. Típico do lugar com trashs chineses. Típica tarde de azia e má digestão. Sobremesas suspeitas na mesa decorada com flores plásticas ri-dí-cu-las: cenoura em calda (para enganar como se fosse abóbora), falso mousse com pudim de baunilha e suco de pozinho de maracujá. Só a banana caramelada passa. Do outro lado sushis medonhos (por que será que todo chinoca coloca sushi no buffet?) e até uma lasanha. No buffet principal toneladas de óleo entre yakissobas, frangos com legumes e muito pimentão verde, empanados de camarão (acho que empanaram a massa e grudaram o rabinho para dizer que era camarão) e carne de porco agridoce. Uó. Sem falar nos rolinhos primavera. Bom, mas nada recomendável aos portadores de colesterol alterado. Sem falar no senso estético: tudo de mais brega direto da 25 de março chinesa.

quarta-feira, julho 14, 2004

Na verdade to meio assim nhé. Pois tudo passa....E mais um passou! Rito de passagem, dizem os entendidos (entendidos, literalmente!). Voltei para a Neide. Volto amanhã para a Lílian nutri (com vários pneus novos, ai.). Já encomendei o bolo de niver com a Nu (vai ser show). Já penso na longa lista de presentes... Na verdade um só estava de bom tamanho: os amigos podiam fazer uma vaquinha e me dar uma Olympus D560 com zoom (acho que está fora de linha, então vai essa mesmo). Linda, linda... E faz fotos show! Ta, pode ser desse modelo pra cima. Aceitamos versões upgrades. Um notebook para alimentar minha veia Carrie Bradshaw também é de bom tamanho. Uma bata ou vestido da Adriana Barra combinaria com o note. Um Longines Dolce Vitta realizaria um belo sonho.
Eu sei que todos querem saber do casório. Teve guefilte fish (a primeira festa de noiva com família sefa com guefilte fish e varenikes no cardápio, hehehe). Teve mocinha bonita abrindo o queixo na hora do desespero pra pegar o buquê. Juro, juro que não foi eu! Estava comportadíssima sob meu salto 10. (Sim, salto 10 de verniz – lin-do!). Shargô estava ma-gér-ri-ma! Linda! E Beto estava bemmmm alegrinho (acho que os rebes encheram ele de uísque)! Mas foi difícil constatar que eu estava num casório em SP e conhecia apenas os convidados de Porto.
Tá todo mundo virando sapo
Nunca vi isso na minha vida. A umidade extrapolou todas as barreiras do som. Os azulejos ficam úmidos, o piso está molhado. O pior é que é um molhado nojento, gosmento. Asqueroso. Eca. É. Está úmido e os ambientes internos estão frios. Na rua, o calor é nojento. Abafado. Eu quero ou frio, frio ou calor, calor. Minha franja está uó de tão úmido o ar. Ela fica enrolada, o cabelo com volume zero, mas aquele liso nojento, chapado em cima das orelhas. Nem queiram saber o que é isso (para os off-Porto). Juro, é nojento. O chão molhado gosmento é insuperável no item vontade de vomitar.

sábado, julho 03, 2004

Nem preciso dizer que finalizo a semana com olheiras. Muitas. Que também tive apurrinhações na firma. Várias descobertas, daquelas que fazem a gente ter cada vez mais nojo de gente nojenta. (dizem que eu uso muito a expressão "ai, que nojo", será?). Nada de novo, o normal. Pessoas são podres. Umas mais, outras menos.
Semana também de torpedos e e-mails. Impublicáveis.
Revelações rápidas numa manhã de sábado
Tenho 3 opções de roupas para o casamento amanhã. Tenho de escolher a que me engorda menos.
Hoje fico de cicerone em SP para a Sheilinha. (Já tô indo te buscar em CGH)
Tive semana de sushi bom com excelente companhia, happy hour com excelentes companhias. Uma semana de boas companhias, exceto os freaks da firrrrma. Ô lugar cuja premissa para se trabalhar em alguns setores é ser freak.
Ganhei perfume e bugigangas e CD e chocolates divinos do irmão que voltou de viagem. Quanto ao que pedi para comprar... vamos mudar de assunto, nem quero converter o dólar para real. Passa...